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05/01/2009 21:44 REALMENTE Tudo é uma faca de dois gumes. Dudu Oliva | comentários(0)
03/01/2009 15:53 TRECHO
O breve entendimento, indenpendentemente do sentido que pudesse ter, ficou vivamente gravado em sua memória. Esse episódio iria mais tarde se revestir de um significado bem mais definido. Cores Proibidas Yukio Mishima.
Eu acho que se prestarmos mais atenção nos pequenos momentos e efêmeros, iriamos nos conhecer muito bem. Dudu Oliva | comentários(0)
02/01/2009 23:51 NULL
 Dudu Oliva | comentários(0)
02/01/2009 18:49 EXCLUSIVO – Você ficou dias amarrada no esgoto e quase uma ratazana devorou o seu nariz. Sentiu muito desconforto?
– Um pouco.
– Você foi estuprada barbaramente?
– Não, ele só gostava de cantar música infantil pra mim e quando dizia que desafinava, me dava beliscões.
– Como?! Diga logo, minha filha, os telespectadores querem saber. Além de ser seqüestrada, torturada e seu nariz quase devorado por uma ratazana, ele a ESTUPROU VIOLENTAMENTE, ROMPENDO SUAS ENTRANHAS.
– Ele me machucou bastante, mas ele não abusou de mim.
– Bem, minha filha, vai pra casa. Tenho outra notícia melhor pra dizer aos meus telespectadores. Como a da velhinha que foi currada por um grupo de estudantes e um Pitbul. Segue seu rumo que o ibope está despencando de vez!!!
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02/01/2009 14:21 OUTROS OLHARES Castelo de encantos e desencantos, por Pedro J. Bondaczuk
Pedro J. Bondaczuk (*)
A necessidade de acalentar esperanças, para poder sobreviver ao tédio ou à mediocridade (não importa) nos leva a fazer do futuro – ou seja, do que ainda não aconteceu e pode sequer jamais ocorrer para nós – uma "Idade de Ouro", onde tudo será melhor do que hoje e, principalmente, do que ontem. Com isso, nos esquecemos de viver o presente e de valorizar as benesses com que contamos no aqui e agora.
Nesse contexto, colocamos, à nossa frente, determinados símbolos, aos quais emprestamos excessivo valor. Um deles é a passagem de um ano para outro. É o que ocorre agora, em relação a 2009. Ele pode, sim, ser um ano de sucessos e de alegrias, como desejamos e esperamos, se agirmos nesse sentido; se formos íntegros, dedicados, solidários, competentes e soubermos partilhar o que temos com os menos favorecidos. Ação tem que ser o grande lema para os próximos 365 dias.
Minha expectativa (nunca certeza, óbvio) é que 2009 seja, de fato, marco em nossas vidas. Que possamos concretizar, nesse próximo ano, nossos mais ousados sonhos e nobres ideais. Nunca podemos perder de vista que o tempo é, simultaneamente, nosso mais benigno amigo e nosso mais feroz inimigo. Dá-nos satisfações, sucessos, amores, lembranças, experiências e, por fim, sabedoria. Mas, em contrapartida, causa decadência física, sulca de rugas nosso rosto, pinta de grisalho nossos cabelos, suprime o brilho do entusiasmo dos nossos olhos e, por fim, nos suprime, sem piedade ou contemplação, do mundo dos vivos.
Trata-se de lei inflexível da vida. Mas o tempo é justo, é democrático e não faz distinções. Causa esses mesmos efeitos tanto no rico quanto no pobre; tanto no poderoso quanto no humilde e assim por diante. Ninguém, absolutamente ninguém escapa dos seus efeitos, para o bem ou para o mal.
Vejo, à minha frente, em meu gabinete de trabalho, em uma das prateleiras de um dos armários de livros da minha biblioteca, a lombada do romance do escocês Archibald Joseph Cronin, “O Castelo do Homem sem Alma”. Esse pequeno incidente (se é que o possa chamar dessa forma), acende uma luz em meu cérebro. O título desse best-seller sugere-me oportuna metáfora para esta ocasião. Não que o livro trate do assunto. Não trata. É apenas uma associação de idéias, dessas que nos surgem do nada, algumas oportunas e outras... nem tanto.
O ano pode ser comparado a um castelo, desses que ainda há em profusão Europa afora, notadamente na Inglaterra, França e Alemanha, com 365 cômodos, assombrado ou não (não importa). Temos a oportunidade de visitar essas seculares construções, cada uma delas, uma única vez na vida.
Desconhecemos, portanto, como elas são por dentro. Cada recinto é uma descoberta. Pode ou não conter surpresas (boas e/ou ruins). A maioria não contém. São aqueles dias rotineiros em que nada acontece de diferente e dos quais reclamamos (na maior parte das vezes sem razão), achando que a vida se transformou em marasmo. Bobagem nossa.
Mas, em determinado cômodo, podemos ser surpreendidos. Com a tragédia? Pode ser! Com a comédia? É o mais provável! Ou com uma cena sublime? Ou sei lá com mais o quê? Todas as possibilidades permanecem em aberto. Seu proprietário é o Tempo, também sem alma (a exemplo do dono do castelo, criado por Cronin) pois, como o titã da mitologia grega, Cronos (que, metaforicamente, o simboliza e caracteriza), que engolia seus filhos tão logo nasciam, igualmente devora sua prole (milênios, séculos, anos, horas, minutos e segundos) sem descanso ou interrupção.
Eclesiastes, o Pregador, nos ensinou: "Tudo tem a sua hora, cada empreendimento tem o seu tempo debaixo do céu: tempo para nascer, tempo para morrer; tempo para plantar, tempo para colher; tempo para matar, tempo para curar; tempo para destruir, tempo para edificar; tempo para chorar, tempo para sorrir; tempo para lamentar, tempo para dançar; tempo para espalhar pedras, tempo para ajuntar pedras; tempo para abraçar, tempo para abster-se de abraços; tempo para procurar, tempo para perder; tempo para guardar, tempo para jogar fora; tempo para rasgar, tempo para coser; tempo para falar, tempo para calar; tempo para amar, tempo para odiar; tempo para a guerra e tempo para a paz".
O tempo, agora, é para agir. É para cada um fazer a sua parcela, cumprir seu papel, dizer a que veio para esta magnífica e fascinante experiência de existir. Que a visita ao castelo da “entidade sem alma”, em 2009, seja isenta de surpresas ruins, mas repleta das boas. Que, aos sairmos dos seus umbrais, e nos prepararmos para “visitar” 2010, saiamos fortificados, revigorados e, sobretudo, felizes com tudo o que vimos, sentimos e fizemos. Amém!!!
(*) Jornalista, radialista e escritor. Trabalhou na Rádio Educadora de Campinas (atual Bandeirantes Campinas), em 1981 e 1982. Foi editor do Diário do Povo e do Correio Popular onde, entre outras funções, foi crítico de arte. Em equipe, ganhou o Prêmio Esso de 1997, no Correio Popular. Autor dos livros “Por uma nova utopia” (ensaios políticos) e “Quadros de Natal” (contos), além de “Lance Fatal” (contos) e “Cronos & Narciso” (crônicas), com lançamentos previstos para os próximos dois meses. Blog “O Escrevinhador”
. Editor do canal Literário do Portal COMUNICA-SE Dudu Oliva | comentários(0)
29/12/2008 20:23 ANO-NOVO
Sempre quando me deparo com o ano-novo, penso no desconhecido; como me deparasse com uma esfinge. Antes, queria prever os acontecimentos e não deixá-lo devorar-me, agora, resolvi que tomarei uma atitude diferente: viverei sem me preocupar; seguirei o meu destino. Porém, mesmo que nos cruzemos por aí, irei encará-lo de frente sem ressalvas e o cumprimentarei como se tivesse conhecido alguém pela primeira vez.
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http://dudv-descarrego.blogspot.com/ Dudu Oliva | comentários(0)
27/12/2008 20:03 outros olhares ANO NOVO?
É chegada a época em que todos, com raríssimas exceções, exercitamos a reiteração de clichês, condicionamentos e blá,blá,blá... É dezembro! Natal e Réveillon separados pelo lapso temporal de 1 semana. "Já é Natal na Leader magazine!" Comprou seu presente? E a roupa do ano novo? Vai comer lentilha? Vai pra Copacabana? Os fogos são lindos! Sempre chove e, com sorte, você voltará ileso e sem varizes pra casa. É lindo! Vai perder?
Certamente o astral de renovação, a sensação de novidade e a esperança intrínsecas na data e a quebra de tempo nos favorece, ajuda na manutenção do bem-estar e da sanidade mental. O homem, embora procure estabilidade, não suportaria uma vida sem mudanças. É fato. Cairíamos na mesmice, morreríamos de tédio. Ainda assim, nosso instinto de preservação avesso à mudanças nos trai, visto que ao nos depararmos com situações-limite ou com o desconhecido, invocamos mini- certezas. Somos incapazes. Somos cruéis.
Talvez 2009 seja uma repetição de 2008, uma reedição melhorada. Talvez a mulher livre ainda seja considerada puta e o homem, um sensual, um visionário sem amarras que sabe aproveitar oportunidades. Um seguidor das ideologias de Sartre. O máximo! Talvez aquele que lê mais de um livro por mês ainda seja rotulado de intelectual e chato.Talvez o artista ainda seja visto como irresponsável sonhador. Talvez ainda vivamos no século 19! Talvez a crise arrebente a classe média e o dólar suba e caia novamente. Talvez isso e aquilo... Talvez tudo continue igual mas a vida ainda vale o benefício da dúvida.
Blog da autora: http://rachel-souza.blogspot.com/ Dudu Oliva | comentários(0)
27/12/2008 00:56
 Dudu Oliva | comentários(0)
25/12/2008 21:08 OUTROS OLHARES Cinco segundos (Revista TPM - Fev. 2005) por João Paulo Cuenca
Foi num dia daqueles em que o centro fica vazio e o pessoal do escritório joga papel picado pela janela. Final do ano e do expediente. Você apareceu, sorriu meia dúzia de amigas e sentou na mesa ao lado. Bebeu cerveja de garrafa e comeu amendoim, cabelo preso num coque. Depois de você ali, a cidade calou. No meio do povaréu, pude ouvir seus dentes quebrando os amendoins, goles descendo pela sua garganta, cílios se roçando num piscar de olhos.
Sua chegada condenou toda aquela gente a morte instantânea.
Naquele momento, fiquei sabendo de tudo. Que iríamos nos conhecer em cerca de meia hora, quando eu me levantasse para tentar falar bonito, entre goles e nossos olhares de espadachim. Sabia que treparíamos poucos dias depois como dois desesperados, pais de filhos natimortos, nos enlevando como quem precisa. Fiquei sabendo, olhando para você na outra mesa, que nossa persistência mútua seria comparável a teimosia de ditadores, cães loucos e donas de casa. Que nosso amor arrancado a fórceps seria perdido para ser encontrado depois, reencontrado depois, muitas vezes, quantas vezes fosse preciso.
Sabia que brigaríamos como nunca fizemos com ninguém antes, e nos xingaríamos de nomes que você teria vergonha de contar até para si mesma. Mas depois faríamos as pazes, doentes de paixão. Bêbados, dançando e rindo do que só nós dois poderíamos entender. Trocando a noite pelo dia, trancados por semanas em casa, ouvindo música, vendo filmes, dormindo abraçados. Sabia que, rapidamente, ganharíamos intimidade: banheiro de porta aberta, beijo sem escovar os dentes, você fazendo café de calcinha. E sabia que você diria, alguns meses depois, que eu era o melhor amante que você já teve. E que nunca mais iria querer outra pessoa.
Antes de você terminar a cerveja do seu copo, eu já sabia como iria gostar de ouvir todas essas mentiras.
E como iria te retribuir com outras.
Mesmo assim, apesar e por causa disso, ficaria ciumento e obsessivo como um psicopata de cinema. Faria perguntas insidiosas sobre seu passado, ex-amantes e namorados. Sobre quem te levou para a cama, e quem te deixou lá. Descobri que ficaria com taquicardia e mãos trêmulas ao imaginar você com outra pessoa, no futuro ou no passado. Descobri que você iria despertar o meu melhor e o meu pior, em proporções igualmente febris. E que também iríamos superar isso.
Você me ensinaria, com seus modos calados, a viver melhor. Tomar banho lavando as costas, comer várias vezes por dia, pensar menos. Você iria combater meu impulso suicida contra o nosso amor. Não sei se você chegou a descobrir isso ainda, mas não é que o amor simplesmente acabe. O amor é morto em dias claros como esse. Carrega em si a semente desse assassinato. Às vezes o crime é culposo. Em outras, cheiramos a fumaça que sai do buraco da bala com prazer dissoluto. Mas o normal é que seja morto corriqueiramente, como um tropeço. Com você seria diferente. Descobri, só de olhar o jeito do cabelo cair na sua testa, que você lutaria até o fim para que eu não esquartejasse o nosso amor. Você iria conseguir.
Sabendo disso tudo, foi como se não tivesse escolha. Deixei uns trocados na mesa, levantei e lancei um último olhar na sua direção, já quase virando a esquina. Em alguns meses, esqueci dos seus olhos verdes e, com eles, tudo que descobri, em não mais que cinco segundos, num dia daqueles em que o centro fica vazio e a gente do escritório joga papel picado pela janela.
O amor é morto em dias claros como esse.
Blogs do autor: http://algumacronica.wordpress.com/
http://oglobo.globo.com/blogs/cuenca/ Dudu Oliva | comentários(0)
22/12/2008 15:17 UM TOQUE AMIGO
“...Fruir = usufruir, aproveitar, desfrutar -que tal mudar um pouco? vc. usa esta palavra quase como um cacoete! assim como imergir!”
Realmente, estou com estas palavras na cabeça e fico repetindo-as a todo estante. A pessoa querida, que me deu o toque tem razão, principalmente por existir tanta diversidade de sinônimos em nossa língua. Por que se ater a um vocabulário restrito? Também, como quero ser escritor, tenho a obrigação a ter um bom domínio na arte da escrita. Gosto muito dos conselhos desta pessoa, ela me ajuda a refletir bastante sobre o que escrevo.
Outra coisa que aprendi, concertamento pode ser o mesmo que acordo.
concertamento
con.cer.ta.men.to
sm (concertar+mento2) 1 Ato de concertar. 2 Concerto.
concerto
con.cer.to
(ê) sm (de concertar) 1 Acordo, ajuste, convenção, pacto. 2 Mús Conjunto de trechos musicais executados por uma reunião de instrumentos ou de vozes. 3 Composição musical destinada a fazer sobressair um instrumento, com acompanhamento de orquestra ou piano. 4 Harmonia de sons ou de vozes; ritmos. 5 Canto de aves. sm pl As vísceras do peixe retiradas para o preparar. C. de harmonia: aquele em que só entram instrumentos de sopro e percussão. C. grosso: concerto com dois ou mais instrumentos solistas.
Fonte: MICHAELIS
Enfim, tenho um caminho árduo pela frente, mas não vou esmorecer.
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19/12/2008 14:32 OUTROS OLHARES CELEBRAÇÃO DE BODAS DA RAZÃO COM O CORAÇÃO
Para que a gente escreve, se não é para juntar nossos pedacinhos? Desde que entramos na escola ou na igreja, a educação no esquarteja: nos ensina a divorciar a alma do corpo e a razão do coração.
Sábios doutores de Ética e Moral serão os pescadores das costas colombianas, que inventavam a palavra sentipensador para definir a linguagem que diz a verdade.
Eduardo Galeano. O livro dos Abraços. Dudu Oliva | comentários(0)
18/12/2008 18:00 “ a carapuça serviu direitinho...”
Navegando na rede, encontrei uma garrafa à deriva que transmitia a mensagem:
Definição
Blog: mídia virtual que geralmente mantém em contato um escritor egocêntrico e leitores bisbilhoteiros.
Não sei o porquê, fiquei com rosto vermelho. Como dizem: “ a carapuça serviu direitinho...”
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Dudu Oliva | comentários(0)
17/12/2008 19:46 QUERO CRER
Sei que isto não é legal, mas desconfio de todos. Não sei se estão dizendo a verdade ou representando. Às vezes, pego-me a simular como um ator de quinta; na televisão, quando alguém levanta uma causa ou expõe sua via, fico ressabiado e indagando qual a vantagem que ele leva. Reafirmo, não quero pensar que as pessoas sempre estão com segundas intenções. A minha mãe sempre diz que há indivíduos que julgam todos ladrões, porque se respaldam em suas personalidades obscuras. Não quero ser assim, dá-me arrepios. Entretanto, ao observar a tv aberta, acho tudo tão espetaculosamente tosco e desumano que fica difícil acreditar na inocência e a generosidade da nossa sociedade.
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16/12/2008 18:48 LINK Terror Zine-Minicontos de terror
Organizadores: Ademir Pascale e Elenir Aves
http://www.cranik.com/terrorzine4.pdf Dudu Oliva | comentários(0)
15/12/2008 16:44 Olá Já aconteceu com vocês em ler tanto e não conseguir absorver mais nada? A palavra se transforma numa coisa.
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Dudu Oliva | comentários(0)
15/12/2008 10:34 OUTROS OLHARES  Se um ataque terrorista explodisse um ônibus com 30 crianças, isto seria uma comoção mundial. Por que mais de 80 crianças e 250 adultos mortos de dengue no Rio de Janeiro, em um verão, não gerou senão esquecimento? Vamos entrar passivamente em mais uma epidemia, que já se aproxima? As bombas da omissão continuam explodindo.
http://vivianemose.blogspot.com/ Dudu Oliva | comentários(0)
14/12/2008 11:30 FORMAS

Autor da foto Pedro Piedade http://olhares.aeiou.pt/flores_de_plastico/foto26418.html
FORMAS
– É tão triste ver uma flor morta, que prefiro a de plástico.
– Sou muito mais a beleza da fugacidade do que a eternidade de um objeto descartável. A natureza é uma artista perfeita.
– Mas acho tão bonitos esses arranjos feitos de plástico reciclado. Quem retira uma coisa do lixo e faz arte, é um artista.
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11/12/2008 21:45 OUTROS OLHARES
Angela Schnoor
Perdido
Havia orientado um incontável numero de pessoas a encontrar caminhos pelo mundo. A maioria ainda o procurava com notícias agradecidas e ele, sempre perdido, jamais encontrou um destino. Resolveu fechar a agência de viagens e abrir um consultório. Talvez como psicanalista, ajudando a outros, conseguisse encontrar a si mesmo!
escrito em 07-12-2008
O olho da fechadura
Lembrava bem de si, na ponta dos pés, espiando pela fechadura do quarto dos pais. Já homem feito, como suas costas doessem ao se envergar, abriu um novo buraco num ponto mais alto. Sozinho na antiga casa, velho e covarde espectador da vida, continua a espreitar pelo olho da inútil fechadura, o vazio de sua existência.
escrito em 07-12-2008
Blogs da autora:
http://idealiapolaris.blogspot.com/
http://microargumentos.blogspot.com/ Dudu Oliva | comentários(0)
10/12/2008 00:50 MICO TERRÍVEL Caros leitores, preciso compartilhar com vocês uma fantasia ridícula a respeito do meu blog. Na realidade, quero desabafar a fim de exorcizá-la da cabeça. É que imagino que uma pessoa famosa lê o meu espaço virtual e se encanta com os textos que escrevo; inclusive, faz comentários que expressam o valor literário dos meus escritos. Vocês acharão isto ridículo, eu também, mas isto independe de mim. Na realidade, além de " querer aparecer", não tenho personalidade suficiente para acreditar que tenho talentos; preciso que alguém faça o seu parecer. Caríssimos leitores, não contem a ninguém sobre minha confissão. Não gostaria de que os outros soubessem deste mico terrível.
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http://dudv-descarrego.blogspot.com/ Dudu Oliva | comentários(2)
08/12/2008 15:39 SUBIREI À COLINA
E gritarei bem alto, não vou mais esquecer da diferença entre ratificação e retificação novamente!!!!!!!!!!!!
ra.ti.fi.ca.ção
sf (ratificar+ção) 1 Ato ou efeito de ratificar. 2 Corroboração definitiva do que antes foi dito ou feito pela própria pessoa ou por outra; confirmação. 3 Aprovação formal.
re.ti.fi.ca.ção
sf (retificar+ção) 1 Ato ou efeito de retificar; alinhamento. 2 Emenda ou correção do que não está certo ou é defeituoso. 3 Modificação num artigo de jornal, num trecho de uma publicação. 4 Quím Redestilação de um líquido para o purificar. 5 Eletr Conversão de uma corrente alternada em corrente contínua. R. de cilindros, Mec: ato ou efeito de retificar sua superfície interna, com esmeril ou broca. R. de uma curva, Geom: operação pela qual se acha a grandeza linear de uma curva. R. de válvulas, Mec: ato ou efeito de retificar o assento de válvulas. R. do motor: ato ou efeito de retificar os cilindros do motor. Dudu Oliva | comentários(0)
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