VIAJANDO NA MAIONESE COM DUDU OLIVA O LINDO E CRISTALINO DE LA VEGA
Dudu Oliva


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03/07/2009 19:57
VOCÊ SABIA?
Eu achava que twitter só era isto: "...uma rede social e servidor para microblogging que permite aos usuários que enviem e leiam atualizações pessoais de outros contatos (em textos de até 140 caracteres, conhecidos como "tweets"), através da própria Web ou por SMS" ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Twitter)

Só me dei conta conta, depois de ter dois meses uma conta no Twitter, que tem um significado de origem:

vt+vi 1 cantar, gorjear, chilrear, pipilar, estridular. 2 rir em surdina. 3 falar rápido e alto sobre coisas sem importância devido ao fato de estar nervoso.( Fonte: http://michaelis.uol.com.br)

Sou lerdinho, mas aprendo!
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03/07/2009 03:07
CRER
Não sou culto, porém à medida que assimilo novos conhecimentos, mais tenho a impressão de que não tenho individualidade. Pareço um mosaico de discursos e idéias alheias que me aproxima a um personagem. Preciso crer! Sou além do que uma simples persona, construída através do imaginário da sociedade onde vivo.




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02/07/2009 21:49
OUTROS OLHARES
O CABRITO E O LOBO

Da casa em que se encontrava, um cabrito viu passar um lobo. Pôs-se a insultá-lo e a escarnecer-lhe. O lobo disse então:

– O insulto não vem de ti, mas do lugar onde estás.

Muitos deixaria de ser valentes diante dos fortes se não estivesses em lugar seguro.

ESOPO
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28/06/2009 13:48
ATEMPORAL
Mesmo lançando um torpedo ao celular do “ficante”, possui o mesmo romantismo de uma jovem personagem suburbana do século passado: Clara dos Anjos.

Fiz este miniconto ao assistir o filme FALSA LOURA(2008) no canal Brasil que conta a história de Silmara, uma operária que sustenta seu pai( um ex-presidiário que sofreu lesões num incêndio). O desejo da protagonista é sair com ídolo de uma banda em começo de carreira. Logo, Silmara se torna o sonho de suas amigas, por significar a chance de uma rápida ascensão social.

Entretanto, na realidade, tudo é uma ilusão romântica de Silmara que percebe isto às duras penas. O longa remeteu-me a personagem suburbana Clara dos Anjos de Lima Barreto. Apesar de as duas viverem em épocas diferentes, ambas são românticas ao extremo; mesmo que tenham hábitos diferentes, o ideal de príncipe encantado povoa seus sonhos.

Outro aspecto interessante é a questão do imaginário da jovem operária, retratado no filme. Mostra a psique coletiva sobre este tipo de pessoa. Segundo Jung:

“ A este segmento arbitrário da psique coletiva, elaborada às vezes com grande esforça, dei o nome de persona. A palavra persona é realmente uma expressão muito apropriada, por quanto designava originalmente a máscara usada pelo ator, significando o papel que ia desempenhar. Se tentarmos estabelecer uma distinção entre o material psíquico consciente e o inconsciente, logo nos encontraremos diante do maior dilema: no fundo teremos de a admitir que a afirmação acerca do inconsciente coletivo, isto é, de que seus conteúdos da persona. Sendo esta última um recorte mais ou menos arbitrário e acidental da psique coletiva, comentaríamos um erro se a considerássemos ( à persona”), in toto, como algo de “individual”. Como seu some revela, ela é uma simples máscara da psique coletiva, máscara que aparenta uma individualidade, procurando convencer aos outros e a si mesma que é uma individualidade, quando, na realidade não passa de um papel no qual fala a psique coletiva.” .

Deste modo, as personagens representam as suburbanas e operárias brasileiras na psique coletiva e não a individualidade de cada sujeito. O interessante é observar como a sociedade enxerga a mulher operária e suburbana e que mesmo em épocas e pensamentos distintos, ainda existem valores tradicionais como o romantismo.



Mais informações sobre filme: http://www.adorocinema.com/filmes/falsa-loura/falsa-loura.asp
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19/06/2009 16:15
OUTROS OLHARES
O Sonho Acabou?

Por Tatiana Bruzzi


Um dia ouvi a seguinte frase: para que estudar, se você vai morrer mesmo? Hoje, após a queda do diploma na área de jornalismo, quatro anos na faculdade, seis meses para o diploma, um mês para registro e sindicalização, mais um ano de especialização, essas palavras parecem começar a fazer sentido. Será?
Desde pequena eu tenho o sonho de seguir a carreira de jornalista. Carreira essa que teve início, provavelmente, quando ainda nem sabia ler. Me perdia diante das palavras e imagens, que ilustravam as páginas dos periódicos e ainda, ostentava o sonho de adquirir uma banca de jornal, como quem sonha com um parque de diversões, só para poder ler tudo que via pela frente.
Teste vocacional? Besteira. Para que perguntar, se eu já sabia o que fazer da vida antes mesmo de sair dos cueiros. Estudar, me preparar, aprender, para depois passar a diante tudo o que achava interessante e novo. Para mudar o mundo, basta tocar com palavras, a cabecinha de cada leitor. Fazê-lo abrir os olhos para o novo.
O retrato de uma vida perfeita começou a ser pintado quando finalmente entrei para a faculdade. A alegria de desvendar um universo diferente contrasta ao brilho dos olhos, de um estudante sedento de curiosidade.
Meu primeiro coordenador dizia que, o profissional de comunicação não deve ser vago e muito menos se deixar levar pelo glamour da profissão. E foram essas palavras que me fizeram manter o foco em cima de meu objetivo.
Em quatro anos eu vi de tudo. Jovens sonhadores, trabalhadores incansáveis, talentos natos e estudantes que ainda procuravam um motivo plausível, para estarem ali. Quanto a mim, deixo para quem me conheceu apontar em qual qualificação me encaixo melhor.
De início, uma única certeza. A de alguém que queria, e muito, estar ali. Que estava disposta a experimentar de tudo, aproveitar todas as oportunidades... Não para aparecer à frente do JN, na redação do Washington Post ou ganhar o prêmio Pulitzer. Claro que, se bater a porta será muito bem vindo. Mas, para me qualificar, absorver tudo que os profissionais pudessem me oferecer e eu, aprender.
Formei há sete anos e desde então, ainda não consegui uma posição sólida no mercado. Não por falta de oportunidade, mas talvez de sorte. Mesmo assim, não parei e muito menos desisti. Quando se para de sonhar, para também de viver.
Já colaborei com um jornal on-line, assino uma coluna sobre TV e ainda criei um blog que me dá um prazer imenso. Principalmente quando vejo o trabalho concluído, as edições redondinhas como nós imaginamos, o desempenho de uma equipe que briga, assim como eu, por tudo aquilo em que acredita.
Recentemente recebi o convite para fazer uma matéria para uma revista. Foi a primeira vez, em tanto tempo de formada, que seria paga pelo meu trabalho. De acordo com uma colega de profissão (Adriana Maximiliano) que costuma me dar uns toques, trabalho de graça é ruim para o mercado e nosso ego.
Por ironia do destino a matéria ainda não foi publicada e o dinheiro, também não entrou na conta. Mas, por um lado ela tem razão. Fez bem para o meu ego ir às ruas e sentir novamente o gostinho de ser uma repórter, voltando para casa com uma história nova. A gente percebe que não perdeu o jeito para a coisa.
Posso não ter o humor da Lu, a inteligência do Bruno, a alegria da Beth, o carisma do Murilo, a voz da Rô, a simpatia do Rodrigo, o conhecimento da Nanda, o talento da Ale, a curiosidade da Carol, a força de vontade da Maria... E outros tantos atributos de amigos maravilhosos, com os quais eu convivi. Mas sempre tive um sonho. E só hoje percebo que consegui alcançá-lo. E isso, ninguém me tira.

Blog da jornalista: http://blogespetaculosas.zip.net/
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15/06/2009 20:47
Noites brancas de Fiódor Dostoievski( 1848)


É uma breve história que mostra a beleza de um fugaz caso de amor. Um jovem sonhador e solitária vaga pelas ruas de São Petersburgo e encontra uma jovem, que chora perto de um canal de águas turvas. Em quatro noites, tornam-se amigos íntimos até um desfecho triste.

Um dos aspectos interessante que considero no livro é a relação do protagonista com a cidade e de como os centros urbanos tornam as pessoas solitárias; havendo a incomunicabilidade. Apesar disso, a um romantismo e uma esperança em mudar ente mundo cimentado e frio. O protagonista vive a sonhar e a delirar, logo é considerado um louco ou alienado ao racionalismo da sociedade ocidental. Mesmo marginalizado, diferente de do personagem principal Ródion Románovitch Raskólnikov de Crime e Castigo do mesmo autor, ele não deixa a amargura o dominar e ainda tem esperança:

“ Meu Deus! Um momento de felicidade! Sim! Não será o bastante para reencher uma vida?”

Achei o livro muito atual e reafirma que Dostoiésvsky foi um dos precursores da literatura contemporânea.

Noites brancas é uma narrativa sucinta e se mostra uma grande obra-literária. Enfim, evidencia que tamanho não é documento. Desculpa pelo clichê, mas, por enquanto, não tenho outras palavras para definir o relato que pode ser um conto longo ou uma novela curta.

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13/06/2009 01:07
ENCRUZILHADA


Escrevi sobre um assunto que estava certo de meus argumentos. Porém, uma pessoa questionou e fiquei inseguro.

Na realidade, as reflexões que tive foram baseadas nas lembranças um pouco apagadas dos textos de faculdade e, talvez, até os interpretei errado. Preciso checar as informações antes, para fundamentar minhas ideias; entretanto, caro leitor, como já disse várias vezes: não escrevo, vomito. Realmente, chega a ser contraditório; tenho a pretensão de ser escritor o qual precisa pensar BASTANTE, antes de propagar os seus argumentos.

Ao mesmo tempo, tenho receio de se passar por uma pessoa fraca, que entrega os pontos facilmente. É complicado encontrar o equilíbrio e não cair no lado dos medrosos ou dos teimosos que chegam a ser burros em persistir no equívoco. Por enquanto, prefiro o silêncio e não me expor ao ridículo.

Curioso, acho que já elaborei um post sobre isto. Sinto cheiro de "Déjà Vu".


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12/06/2009 17:07
OUTROS OLHARES
HERMES E O ESCULTOR


Hermes quis saber qual o grau de estima que os homens lhe devotavam. Tomou a aparência de um mortal e foi ao ateliê de um escultor. Ao ver uma estátua de Zeus, perguntou:
– Quanto custa?
– Uma dracma– respondeu-lhe o homem.
Hermes sorriu:
– E aquela, de Era?
– É mais cara.
Hermes viu então sua própria estátua. Achava quem sendo o mesmo tempo mensageiro e deus do comércio, seu preço seria bem mais alto.
– E Hermes, quanto custa?– quis saber.
– Oh, se comprares as outras duas, a levas de brinde.

Quem se acha o tal termina valendo meros que o esperado.


Fábulas de Esopo.

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08/06/2009 21:47
IMENSIDÃO DO UNIVERSO
Quanto mais aprendo, sinto-me mais frágil. Às vezes, quero ser uma fera e ao invés de pensar, somente seguir o meu instinto.

Outro dia, um pensamento veio a minha cabeça de repente: Nascemos duas vezes. No parto e quando começamos a ter nossos primeiros pensamentos.

Tanto um como outro é um processo árduo, mas creio que o segundo seja mais dolorido; pois nos damos contas como somos desprotegidos em relação às forças da natureza, que nos arrebatam sem piedade. Pobre do ser humano que se considera super-homem. A imensidão do universo nos devora.

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07/06/2009 00:30
PODERES

A secretária se regozijava ao ver um erro ortográfico do chefe. Imprimia os e-mails e os levava aos amigos da faculdade, para que todos se divertissem. Podia ter uma conta bancária de formiga comparando-se a do chefe, porém tinha domínio de uma das línguas mais difíceis do planeta.

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04/06/2009 20:14
Minha querida Cidade Maravilhosa,



tão linda e tão maltratada. Percorro suas entranhas e o cheiro de urina me dá náuseas.

Admiro sua alma guerreira, pois apesar dos descasos e corrupções das autoridades, continua de pé. Permanece múltipla com as diferentes arquiteturas, patrimônios históricos pichados e esquecidos pelo tempo.

Ouço o seu pranto, quando o sangue escorre pelas calçadas. Não precisa me dizer, são seus filhos assassinados brutalmente.

É reconhecida como A Cidade Maravilhosa; elogiam sua beleza ou a detonam por causa de suas mazelas. Não conseguem enxergar como é frágil e ao mesmo tempo forte; compara-se a uma planta que nasce exprimida nas construções de cimento, apesar de tanta adversidade.

A minha única certeza é que lhe admiro. E há momentos que quero fugir e outros, ficar.

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03/06/2009 20:56
SUBO A SERRA,


vejo a minha imagem refletida na janela do ônibus se sobrepondo com as luzes da cidade lá embaixo. As criaturas da noite entram na condução e me amedrontam com seus rugidos e olhares cortantes. Permaneço imóvel, não posso demonstrar emoção; eles sentem o cheiro do medo. A cada curva na escuridão, uma expectativa que algo acontecerá. Representamos nossos papeis até o momento de saltarem do ônibus. Continuo a minha viagem, mas o pensamento persiste nestas criaturas. Talvez, tenhamos algo em comum: escondemos em nossas carcaças uma criança assustada.

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03/06/2009 20:50
OUTROS OLHARES

A memória nas Confissões

"Ultrapassarei então essas minhas energias naturais, subindo passo a passo até aquele que me criou. Chegarei assim ao campo e aos vastos palácios da memória, onde se encontram os inúmeros tesouros de imagens de todos os gêneros, trazidas pela percepção. Aí é também depositada toda a atividade de nossa mente, que aumenta, diminui ou transforma, de modos diversos, o que os sentidos atingiram, e também tudo o que foi guardado e ainda não foi absorvido e sepultado no esquecimento. Quando aí me encontro, posso convocar as imagens que quero. Algumas se apresentam imediatamente; outras fazem-se esperar por mais tempo e parecem ser arrancadas de repositórios mais recônditos. Irrompem as outras em turbilhão no lugar daquela que procuro, pondo-se em evidência, como que a dizerem: “Não somos nós talvez o que procuras?” Afasto-as da memória com a mão do meu espírito; emerge então aquela que eu queria, surgindo das sombras. Outras sobrevêm dóceis em grupos ordenados, à medida que conclamo, uma após outra, as primeiras cedendo lugar às seguintes, e desaparecendo para reaparecer quando quero. Eis o que sucede quando falo de memória." (Santo Agostinho)

RETIRADO DO BLOG: http://pontesobreoabismo.blogspot.com/2009/05/memoria-nas-confissoes.html
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27/05/2009 13:34
BUDAPESTE (2009)


O aspecto que me chamou mais atenção no filme Budapeste foi que a cidade e a palavra tornam-se personagens vivos. A película não deixa de ser uma declaração de amor a escrita.

Li o livro há alguns anos e depois que assisti ao filme, quero lê-lo novamente. Talvez, quando li pela primeira vez o romance, não tinha a maturidade intelectual; mas, a meu ver, o livro é mais realista comparado ao filme. O último a narrativa mistura o sonho, o delírio e a realidade; mostrando a crise existencial do protagonista e a busca de sua identidade como pessoa e autor. Também, as cenas de erotismo são mais provocantes no longa-metragem. Enfim, como dizem, a adaptação sempre será outra história.


Budapeste é um tipo de filme que não conta exclusivamente uma história; provoca sensações. Portanto, seja mais interessante viajar com a narrativa a tentar compreendê-la.

Bem, com certeza, escrevi muitas bobagens. Entretanto, o objetivo deste espaço é organizar os meus pensamentos e treinar a escrita.




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23/05/2009 11:44
NOTAS


I.
Há um ano, comecei a estudar para o concurso público e a frequentar cursinhos preparatórios. No início, percebi que eu e algumas pessoas estranhamos a forma de aprendizagem dos cursos preparatórios, em relação à faculdade e à escola. Agora, estou me adaptando, pois há uma diferença de objetivo e finalidade entre as instituições: A primeira é só para realizar a prova com sucesso e ingressar em um concurso público, enquanto as outras há uma busca pedagógica e de conhecimentos mais abrangentes.

Por isso, precisa-se focar e não perguntar questões metafísicas, que jamais cairão no exame. Deseja se aprofundar em algum assunto; faça faculdade ou procure outros caminhos. O curso preparatório é pragmatismo; os professores são só instrutores que ensinam a resolver o maior número de questões, com a finalidade de garantir altos índices de aprovação e aumentar o prestígio do curso.

Lógico, que estou me referindo a concursos de nível fundamental ou médio, que as provas são objetivas. Diferente de algumas seleções, principalmente de nível superior, há uma necessidade de possuir um conhecimento mais aprofundado; pois, as provas são discursivas e há necessita não só saber a matéria, mas argumentar e dissertar pontos de vista divergentes.


II.

Dos cursos preparatórios que fiz, identifiquei alguns tipos de alunos:
• Aluno que saber mais que o professor. Só falta tomar o microfone e mandar o professor passear.

• Os alunos paquitos e paquitas, que fazem coro para o professor. Dizem que farão o módulo de sua matéria, porque com certeza irão passar nos primeiros lugares.

• Aluna fatal, sempre mira o professor com aquele “olhar 43” ou faz a cena histórica da cruzada de pernas de Sharon Stone, no filme Instinto Selvagem.

• Há os que querem aparecer e dizer uma piadinha fora de hora.

• Porém, existe o pior de todos, porque é aquele que vai tirar a minha vaga no concurso. Na aula, é praticamente imperceptível, sempre faz que o professor indica e tem um plano de estudo super organizado e acerta todas as questões propostas em aula; detalhe, não alarde, só diz bem baixinho: “ Acertei tudo”.

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15/05/2009 11:27
– VOU A UM EVENTO CULTURAL


– Legal, sobre o quê?

– Matemática financeira.

– Está brincando? Pensei que fosse uma exposição em um espaço cultural.

– Ué, ela faz parte da cultura humana também.
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14/05/2009 14:51
UMA IDEIA!

Escrevo. Coloco no blog. Não ficou legal, reescrevo de novo. Espero comentários. Uma pessoa faz uma crítica sincera; escrevo novamente o texto. Porém, não está legal. Suspiro. Um ideia! Escrevo. Não está no ponto, faço outro enredo com o mesmo tema; posto no blog. Há alguns erros, minto, são muitos e os tento consertá-los; mas sempre existem vários que me escapam. Uma ideia! Escrevo...
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13/05/2009 15:23
ESCREVER UMA CRÔNICA

Precisa escrever simples, mas não simplório. Colocar uma pitada de ironia e humor dá uma diferença boa no texto. Tem que saber do que está falando, entretanto, não há necessidade de se aprofundar em pensamentos complexos.

Caro cronista, seja coerente e suave. Uma boa crônica deve fazer com que o leitor esqueça à leitura e viaje com o que está relatando. O leitor deve se desapontar, porque acabou de ler o texto. A crônica é uma narrativa livre, não há necessidade de ser comprometido com a realidade; se é para deixar o texto mais agradável, por que não aumentar um pouco as peripécias.

Quem pretende representar a realidade, desculpe a franqueza, é um inocente que chega às raias da tolice; pois o que se vê mais por aí são correntes ideológicas ou pontos de vista.


Lógico que para ser um cronista precisa escrever bem, mas não use palavras que ninguém vai entender. Agora, não gosta de se expressar assim, escreva artigos acadêmicos para Academia Brasileira de letras. Contribuirá bastante para o conhecimento. Todas as formas de conhecimentos são fundamentais para a construção de um mundo melhor.


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08/05/2009 13:35
ESCARAFUNCHANDO

Remexendo em arquivos antigos, sempre encontro textos incompletos e ideias soltas. Ai quero escrever novamante e o posto outra vez no blog. Sempre estou retornando, sou cíclico. A cada regresso aprendo coisas novas.


OUTROS OLHARES( publicado no blog 19/03/2008)
Augusto Monterroso (1921-2003)

“Nasceu em 1921, na Guatemala. Em 1944, mudou-se para o México e, depois de muito observar a fauna daquele país e de outros, se convenceu de que "os animais se parecem tanto com o homem que às vezes é impossível distingui-los deste".
Dele disse o escritor russo que se criou nos Estados Unidos, Isaac Asimov: "Os pequenos textos de A ovelha negra e outras fábulas, de Augusto Monterroso, aparentemente inofensivos, mordem os que deles se aproximam sem a devida cautela e deixam cicatrizes. Não por outro motivo são eficazes. Depois de ler "O macaco que quis ser escritor satírico", jamais voltei a ser o mesmo."

Foi agraciado, em 2000, com o Prêmio Príncipe de Astúrias de Letras. Um dos escritores latinos mais notáveis, Monterroso tem predileção por contos e ensaios. "O dinossauro", uma de suas obras mais célebres, é considerado o menor conto da literatura mundial: "Quando acordou, o dinossauro ainda estava lá". Augusto Monterroso faleceu em fevereiro/2003.”(http://www.releituras.com/amonterroso_menu.asp)

EL ESPEJO QUE NO PODÍA DORMIR
Había una vez un espejo de mano que cuando se quedaba solo y nadie se veía en él se sentía de lo peor, como que no existía, y quizá tenía razón; pero los otros espejos se burlaban de él, y cuando por las noches los guardaban en el mismo cajón del tocador dormían a pierna suelta satisfechos, ajenos a la preocupación del neurótico.


Havia um espelho que, diferente dos outros, que tinha a consciência de que só era um espelho através de um olhar humano, e que sem ele, não era nada. Enquanto os outros espelhos dormem imersos na ignorância, o espelho neurótico não consegue dormir.
Está fábula mostra a relação de alteridade, o qual parte do pressuposto de que todo o interage e interdepende de outros indivíduos. A existência do só é permitida mediante um contato com o outro.

La Oveja negra
En un lejano país existió hace muchos años una Oveja negra.
Fue fusilada.
Un siglo después, el rebaño arrepentido le levantó una estatua ecuestre que quedó muy bien en el parque.
Así, en los sucesivo, cada vez que aparecían ovejas negras eran rápidamente pasadas por las armas para que las futuras generaciones de ovejas comunes y corrientes pudieran ejercitarse también en la escultura.


Em um país muito distante, havia uma ovelha que foi fuzilada e que depois fizeram uma estátua homenageando-a. A história se segue e outras ovelhas negras foram executada; depois, fizeram estátuas para elas.
Há uma ironia nesta fábula, que mostra como os valores mudam através do tempo e dos interesses. Principalmente, na História da humanidade, quantas personalidades eram consideradas ruins e que depois foram glorificadas com estátuas ou bustos depois de cem anos.


LA BURRO Y LA FLAUTA

Tirada en el campo estaba desde hacía tiempo una Flauta que ya nadie tocaba, hasta que un día un Burro que paseaba por ahí resopló fuerte sobre ella haciéndola producir el sonido más dulce de su vida, es decir, de la vida del Burro y de la Flauta.
Incapaces de comprender lo que había pasado, pues la racionalidad no era su fuerte y ambos creían en la racionalidad, se separaron presurosos, avergonzados de lo mejor que el uno y el otro habían hecho durante su triste existencia.


O encontro inusitado ente o burro e a flauta. O animal toca o instrumento, porém a racionalidade, em muitas ocasiões uma camisa de força, separam-nos. A moral da fábula é que precisamos nos guiar pela fantasia e o lirismo, se não ficamos presos pela razão.


Sites dos textos do autor

http://www.patriagrande.net/guatemala/augusto.monterroso/


http://www.ciudadseva.com/textos/cuentos/esp/monte/am.htm


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04/05/2009 00:08
BLOG É

Um advérbio de lugar

Um substantivo

Um verbo

um sitio

uma coisa

um meio de comunicação

uma forma de expressão

diário íntimo

rede social

político

artístico

jornalístico

coorporativo

comercial

liberdade

lixo

ensaio

potência

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